Arquitetos do Caos: as maiores vilãs e vilões do Universo de RPG Impérios Sagrados — Parte 2
Nossa lista que arrepia, tira o sono e desperta uma vontade incontrolável de jogar. Vem para a mesa de RPG da IS que o jogo já começou!
No mundo de Asdem, o tempo não é apenas passagem é registro, disputa e memória. Cada data carrega marcas de decisões que ecoam até hoje, moldando reinos, crenças e destinos. O calendário que você verá a seguir não organiza apenas dias e anos, mas revela os momentos em que o mundo foi tensionado entre ordem e ruptura, fé e ambição, justiça e poder.
Em 3.560, caminhamos sobre essas camadas e entender esse tempo é também escolher de que lado da história se quer estar.
Edward Zafren
Nome de nascimento: Baldtrans Cowstazi Nome que adotou: Edward Zafren Títulos e Alcunhas: O Rei Lich Origem: Primogênito de Váldkór, que foi um grande Altren-Elfo, quase uma Força Universal Ocupação / Papel na História: Por amor a Amonsehat, deus filho de Arut, Baldtrans tornou-se um humano chamado Edward Zafren, mas nunca foi correspondido, foi enganado por Amonsehat Nascimento: ano 5 mil do calendário élfico Queda ou Desaparecimento: Ressuscitado para ser morto no que ficou conhecido como A Batalha dos Três Deuses Crimes pelos quais foi acusado: matar populações para fazer um exército de mortos-vivos e trair o povo élfico Foi levado a julgamento… O Senhor das Sombras o matou; antes disso uma pantera chamada Shadow quase o dilacerou Métodos e Marcas: sempre tentava inverter o papel entre vítima e carrasco Relíquia, Poder ou Maldição: nunca nehum elfo se tornou humano, ele foi o primeiro, mas sua maldição foi trazer a morte onde tocava Aliados: Arquimago das Águas Grande Zand I, Senhor dos Ares, o Arauto da Ressureição e a Deusa Arnat Inimigos: Darkassan Dragonon, o Senhor das Sombras e Amonsehat Testemunhos do Mundo: “O maior traidor que os cantos élficos ousam lembrar” • “Aquele que trocou a eternidade por um sentimento não correspondido” Frase que ecoa em sua lenda: “Na morte, eu encontrei o amor” O que realmente aconteceu: Há quem diga que Amonsehat também o amava — mas tarde demais. Que sua manipulação foi, na verdade, medo. E que, no momento final, foi com pesar que ajudou a pôr fim ao Rei Lich, encerrando não apenas uma ameaça… mas uma história que jamais deveria ter existido.
A mão da honra
Nome: Leadra Farel Títulos e Alcunhas: A Mão da Honra, Assassina Interplanar, Ladra de Reinos, Algoz Origem: Gênese da Magia Branca Ocupação / Papel na História: De criança marcada por delitos a integrante de uma ordem santa, ascendeu como Paladina apenas para corromper a própria santidade e se tornar Algoz, atravessando planos e quase assassinando uma deusa Nascimento: Registrado nos primeiros registros da Ordem da Caridade Queda ou Desaparecimento: Desapareceu após o confronto que quase levou uma deusa à queda; dizem que ainda atravessa os planos, intocada pelo tempo Crimes pelos quais foi acusado:
Profanação de ordem sagrada, Assassinatos interplanares, Roubo de artefatos e domínios espirituais, Tentativa de deicídio Foi levado a julgamento… ou escreveu sua própria sentença? Nunca foi julgada Métodos e Marcas: Combate preciso e silencioso, Uso da fé como arma e disfarce, Travessia entre planos para atacar sem deixar rastro Relíquia, Poder ou Maldição: Capacidade de atravessar planos com o próprio corpo • Manipulação da luz corrompida • Uma marca invisível que a conecta à deusa que tentou matar, um vínculo que pode ser tanto maldição quanto chave Aliados e Inimigos Notórios: Inimiga das ordens sagradas e dos guardiões da Magia Branca, Caçada por entidades divinas, Sem aliados fixos Testemunhos do Mundo: “Se até uma Paladina pode se tornar Algoz, ninguém está seguro” Frase que ecoa em sua lenda: “A honra é só uma lâmina e tudo depende de quem a segura.” O que realmente aconteceu: Alguns acreditam que Leadra Farel foi corrompida. Outros dizem que ela viu algo que ninguém mais viu — uma falha na própria essência da Magia Branca. Há quem sustente que sua tentativa de matar uma deusa não foi um ato de destruição, mas de revelação.
Krenak
Nome: Krenak Truk Títulos e Alcunhas: Deusa Maior, Traidora de Povos, A Voz que Seduziu Tribos, Senhora do Falso Pacto Origem: Tribo de Ufrt, linhagem ancestral ligada ao Deus Urac Ocupação / Papel na História: Cultuada por inúmeras tribos, ascendeu como Deusa Maior, mas tentou submeter os próprios povos que a ergueram, distorcendo rituais sagrados e convertendo fé em domínio Nascimento: Registrado nas tradições orais das tribos de Ufrt, anterior à ascensão divina Queda ou Desaparecimento: Desapareceu após a quebra dos pactos tribais; alguns dizem que foi dilacerada pelo próprio deus Urac Crimes pelos quais foi acusada: Traição aos povos originários, Manipulação da fé coletiva, Subjugação de tribos, Profanação de rituais ancestrais Foi levado a julgamento… ou escreveu sua própria sentença? Se entregou para julgamento por combate Métodos e Marcas: Domínio através da palavra e do ritual, Sua presença era marcada por cânticos que começavam como cura e terminavam como controle Relíquia, Poder ou Maldição: Capacidade de absorver ódio e convertê-lo em poder Aliados e Inimigos Notórios: Aliada de cultos dissidentes e líderes corrompidos, Inimiga dos povos livres Testemunhos do Mundo:
“Ela nos ensinou a rezar… e depois nos ensinou a obedecer.” • “Não foi uma deusa que caiu, foi uma deusa que escolheu dominar.” Frase que ecoa em sua lenda: “Não existe batalha sem morte” O que realmente aconteceu: Alguns dizem que Krenak Truk não traiu e há quem tema que ela nunca tenha desaparecido… apenas aprendeu a esperar.
Grand Zand I, Arquimago das Águas
Nome: Grand Zand I Títulos e Alcunhas: Arquimago das Águas, Gargalhada do Sufocamento, Senhor das Profundezas Profanas Origem: Impérios de Aqk Ocupação / Papel na História: Imperador tirano que assassinou a própria família para usurpar a coroa; ao ascender como Arquimago das Águas, firmou pactos com deuses demoníacos, conduzindo seu próprio povo à morte em nome de poder e domínio absoluto Nascimento: Registrado nos anais imperiais de Aqk, posteriormente censurados pelo imperador Kallan Nardus Queda ou Desaparecimento:
Morto pelo imperador Kallan Nardus, Darkassan Dragonon, Sumo Sacerdote Nefesh, Pierre e Serei Leli Lafar de Lurini Crimes pelos quais foi acusado: Regicídio e familicídio, Usurpação do trono, Sacrifício em massa de seu povo, Pactos com entidades demoníacas, Profanação dos domínios naturais Foi levado a julgamento… ou escreveu sua própria sentença? Escreveu sua sentença quando não se entregou Métodos e Marcas: Controle absoluto das águas, Sua presença era anunciada por mares que se agitavam sem vento Relíquia, Poder ou Maldição: Domínio sobre águas vivas e mortas, Seu poder cresce onde há desespero Aliados e Inimigos Notórios: Dárius Zoldar, o Faraó Vangerat de Arut e o Rei Lich Edward Testemunhos do Mundo: “As águas não esqueceram”, “Não foi um reinado, foi um naufrágio” Frase que ecoa em sua lenda: “Tudo o que respira… um dia se afoga” O que realmente aconteceu: Alguns acreditam que Grand Zand I nunca buscou apenas poder, mas fusão: tornar-se parte de algo maior que a própria vida. Há ainda quem jure que, em noites de mar revolto, é possível ouvir sua gargalhada… e sentir que algo, nas profundezas, ainda governa.
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