Para nós, uma comunidade não é apenas um conjunto de pessoas que publica textos na mesma plataforma. E para você? O que significa fazer parte de uma comunidade aqui no Substack?
O que me fascina é que a IS Editora não quer ser só mais um catálogo de escritores iniciantes, isso aí já temos pra dar e vender.
Ela está aqui para criar uma rede de apoio ativa entre todos os tipos de escritores. Talvez seja tudo o que um aspirante precise para começar sua carreira literária!
Novamente, parabéns pela iniciativa! Me alegro muito em ser parte da IS.
Acho que você captou exatamente o espírito daquilo que estamos tentando construir. Livros são importantes, mas pessoas, encontros, leituras compartilhadas e redes de apoio talvez sejam ainda mais. Se conseguirmos ajudar quem está começando a encontrar seu caminho e sua voz, já teremos cumprido uma parte muito bonita dessa missão.
E ficamos muito felizes por ter você fazendo parte dessa caminhada conosco. Vamos chamando mais pessoas!!
.a sincronicidade da Casa IS com o tempo que vivemos é absoluta. quando profetas do apocalypse decretam o fim do que é humano com a emersão fáustica da pós-humanidade, é o momento das comunas surgirem, reativando o poder do coletivo e decretando a compreensão de que é preciso sonhar com futuros mais desejáveis (ainda que improváveis), pois é caminhando na direção da Utopia que conquistamos um lugar mais amoroso e inclusivo. para que serve a Utopia? "Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar" (Eduardo Galeano). os bons se reconhecem.
Paulo, muito obrigadu por esse comentário tão bonito e tão generoso.
Acho que você toca em algo fundamental do nosso tempo: justamente quando tantas narrativas anunciam o esgotamento do humano, da política, da convivência e até da própria esperança, torna-se ainda mais importante criar espaços onde possamos sonhar coletivamente outros futuros possíveis. Talvez toda comunidade seja, em alguma medida, um gesto de resistência contra a fragmentação e o isolamento.
Gosto muito da lembrança de Galeano. A utopia talvez não exista para ser alcançada, mas para nos colocar em movimento. E comunidades como esta só fazem sentido porque existem pessoas dispostas a caminhar juntas, mesmo sem saber exatamente onde a estrada termina.
Seu comentário também dialoga profundamente com uma das questões que atravessam o livro "O Colapso do Pensamento: Hannah Arendt, a banalidade do ódio e o Brasil contemporâneo". Arendt nos lembra que o pensamento não é um luxo intelectual, mas uma condição para a vida em comum. Quando deixamos de pensar, deixamos também de reconhecer o outro. Talvez construir comunidade seja justamente um dos modos de preservar esse espaço de encontro, diálogo e responsabilidade compartilhada que torna o mundo verdadeiramente humano.
Muito obrigadu por caminhar conosco nesta travessia.
O mais bonito aqui é perceber que vocês não estão só falando de comunidade como conceito, mas tentando sustentar isso na prática, no tempo e na convivência real.
Num espaço onde tudo empurra para rapidez e exposição, escolher construir vínculo, leitura mútua e permanência já é uma posição quase contracorrente.
E talvez a parte mais difícil — e mais honesta — esteja justamente aí: comunidade não é algo que se declara, é algo que se mantém quando há atrito, diferença, cansaço, silêncio e ainda assim algum cuidado permanece.
O texto deixa claro que não existe romantização disso, e isso fortalece tudo o que foi dito. Porque pertencimento não é estética, é prática diária.
E é exatamente por isso que faz sentido o que vocês defendem aqui: comunidade não é audiência, é presença partilhada. E isso só existe quando há reciprocidade, leitura mútua e vontade real de sustentar o que se constrói em conjunto.
Mariana, muito obrigadu por uma leitura tão generosa e tão cuidadosa do que estamos tentando construir aqui. Acho que você tocou justamente no ponto mais importante: comunidade talvez não seja algo que se declara, mas algo que se sustenta no tempo. E isso inclui, como você bem disse, diferenças, silêncios, desencontros, cansaços e, ainda assim, a decisão de continuar cuidando do espaço compartilhado.
Vivemos em um tempo que nos incentiva a buscar alcance, velocidade e visibilidade o tempo inteiro. Por isso, apostar em vínculo, permanência e leitura mútua acaba se tornando quase um gesto de resistência cultural. Fico especialmente feliz que você tenha percebido que não estamos tentando romantizar esse processo. Comunidades reais dão trabalho. Exigem reciprocidade, escuta e compromisso. Mas talvez seja justamente por isso que elas também sejam tão valiosas.
Muito obrigadu por fazer parte desta construção e por ajudar a nomear, com tanta sensibilidade, aquilo que muitas vezes tentamos dizer e nem sempre conseguimos expressar tão bem. ❤️
Que texto necessário e inspirador! Para mim, fazer parte de uma comunidade no Substack significa trocar o monólogo do feed pela conversa ao redor da mesa. É saber que o texto não termina no ponto final, mas continua nos comentários, nas recomendações e nos vínculos reais. Trazer a essência do RPG para a Casa IS prova que grandes histórias dependem da colaboração de todos. Viva a reciprocidade, as vozes femininas e essa travessia conjunta! Abraços para a diretoria!
Leticia, muito obrigado pelas palavras e pela leitura tão generosa do que estamos tentando construir. Acreditamos justamente nisso: que os textos não terminam quando são publicados, mas continuam nos encontros, nas conversas e nas trocas que surgem a partir deles. Ficamos especialmente felizes com sua percepção sobre a relação entre RPG, literatura e comunidade, porque ela toca o coração do projeto da Casa IS. Que possamos seguir ampliando essa mesa, fortalecendo a reciprocidade e abrindo espaço para cada vez mais vozes. Um abraço carinhoso de toda a Diretoria IS!
Inclusive ler esse texto me deu uma ótima ideia! Obrigado novamente pelo acolhimento ❤️🫂
Acho que é sobre isso: darmos e recebermos ideias que faz uma comunidade? Será?
O que me fascina é que a IS Editora não quer ser só mais um catálogo de escritores iniciantes, isso aí já temos pra dar e vender.
Ela está aqui para criar uma rede de apoio ativa entre todos os tipos de escritores. Talvez seja tudo o que um aspirante precise para começar sua carreira literária!
Novamente, parabéns pela iniciativa! Me alegro muito em ser parte da IS.
Henrique, muito obrigadu pelas palavras!
Acho que você captou exatamente o espírito daquilo que estamos tentando construir. Livros são importantes, mas pessoas, encontros, leituras compartilhadas e redes de apoio talvez sejam ainda mais. Se conseguirmos ajudar quem está começando a encontrar seu caminho e sua voz, já teremos cumprido uma parte muito bonita dessa missão.
E ficamos muito felizes por ter você fazendo parte dessa caminhada conosco. Vamos chamando mais pessoas!!
👏👏👏
🙌🏽❤️🙌🏽
.a sincronicidade da Casa IS com o tempo que vivemos é absoluta. quando profetas do apocalypse decretam o fim do que é humano com a emersão fáustica da pós-humanidade, é o momento das comunas surgirem, reativando o poder do coletivo e decretando a compreensão de que é preciso sonhar com futuros mais desejáveis (ainda que improváveis), pois é caminhando na direção da Utopia que conquistamos um lugar mais amoroso e inclusivo. para que serve a Utopia? "Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar" (Eduardo Galeano). os bons se reconhecem.
Paulo, muito obrigadu por esse comentário tão bonito e tão generoso.
Acho que você toca em algo fundamental do nosso tempo: justamente quando tantas narrativas anunciam o esgotamento do humano, da política, da convivência e até da própria esperança, torna-se ainda mais importante criar espaços onde possamos sonhar coletivamente outros futuros possíveis. Talvez toda comunidade seja, em alguma medida, um gesto de resistência contra a fragmentação e o isolamento.
Gosto muito da lembrança de Galeano. A utopia talvez não exista para ser alcançada, mas para nos colocar em movimento. E comunidades como esta só fazem sentido porque existem pessoas dispostas a caminhar juntas, mesmo sem saber exatamente onde a estrada termina.
Seu comentário também dialoga profundamente com uma das questões que atravessam o livro "O Colapso do Pensamento: Hannah Arendt, a banalidade do ódio e o Brasil contemporâneo". Arendt nos lembra que o pensamento não é um luxo intelectual, mas uma condição para a vida em comum. Quando deixamos de pensar, deixamos também de reconhecer o outro. Talvez construir comunidade seja justamente um dos modos de preservar esse espaço de encontro, diálogo e responsabilidade compartilhada que torna o mundo verdadeiramente humano.
Muito obrigadu por caminhar conosco nesta travessia.
Que texto lindo. É sobre isso! 🫶
Texto lindo!!! <3 🥹
Você e seus escritos que são lindos!!! ❤️
O mais bonito aqui é perceber que vocês não estão só falando de comunidade como conceito, mas tentando sustentar isso na prática, no tempo e na convivência real.
Num espaço onde tudo empurra para rapidez e exposição, escolher construir vínculo, leitura mútua e permanência já é uma posição quase contracorrente.
E talvez a parte mais difícil — e mais honesta — esteja justamente aí: comunidade não é algo que se declara, é algo que se mantém quando há atrito, diferença, cansaço, silêncio e ainda assim algum cuidado permanece.
O texto deixa claro que não existe romantização disso, e isso fortalece tudo o que foi dito. Porque pertencimento não é estética, é prática diária.
E é exatamente por isso que faz sentido o que vocês defendem aqui: comunidade não é audiência, é presença partilhada. E isso só existe quando há reciprocidade, leitura mútua e vontade real de sustentar o que se constrói em conjunto.
Mariana de Lys 🌹
Mariana, muito obrigadu por uma leitura tão generosa e tão cuidadosa do que estamos tentando construir aqui. Acho que você tocou justamente no ponto mais importante: comunidade talvez não seja algo que se declara, mas algo que se sustenta no tempo. E isso inclui, como você bem disse, diferenças, silêncios, desencontros, cansaços e, ainda assim, a decisão de continuar cuidando do espaço compartilhado.
Vivemos em um tempo que nos incentiva a buscar alcance, velocidade e visibilidade o tempo inteiro. Por isso, apostar em vínculo, permanência e leitura mútua acaba se tornando quase um gesto de resistência cultural. Fico especialmente feliz que você tenha percebido que não estamos tentando romantizar esse processo. Comunidades reais dão trabalho. Exigem reciprocidade, escuta e compromisso. Mas talvez seja justamente por isso que elas também sejam tão valiosas.
Muito obrigadu por fazer parte desta construção e por ajudar a nomear, com tanta sensibilidade, aquilo que muitas vezes tentamos dizer e nem sempre conseguimos expressar tão bem. ❤️
Que texto necessário e inspirador! Para mim, fazer parte de uma comunidade no Substack significa trocar o monólogo do feed pela conversa ao redor da mesa. É saber que o texto não termina no ponto final, mas continua nos comentários, nas recomendações e nos vínculos reais. Trazer a essência do RPG para a Casa IS prova que grandes histórias dependem da colaboração de todos. Viva a reciprocidade, as vozes femininas e essa travessia conjunta! Abraços para a diretoria!
Leticia, muito obrigado pelas palavras e pela leitura tão generosa do que estamos tentando construir. Acreditamos justamente nisso: que os textos não terminam quando são publicados, mas continuam nos encontros, nas conversas e nas trocas que surgem a partir deles. Ficamos especialmente felizes com sua percepção sobre a relação entre RPG, literatura e comunidade, porque ela toca o coração do projeto da Casa IS. Que possamos seguir ampliando essa mesa, fortalecendo a reciprocidade e abrindo espaço para cada vez mais vozes. Um abraço carinhoso de toda a Diretoria IS!