Mais do que publicar textos: construir uma comunidade literária viva. Conheça as novas vozes que chegaram à IS Editora. Porque tantas pessoas decidiram fazer desta travessia um caminho coletivo?
"E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que quero." — trecho de Passagem das Horas, escrito pelo heterônimo Álvaro de Campos, de Fernando Pessoa.
Sempre penso nessa frase quando conheço iniciativas como a IS Editora, que já estava dando certo, que poderia continuar investindo no leito do rio em que navegava e que já contava com um grupo ativo e engajado. Ainda assim, compreendeu que "queria e podia mais" e decidiu fundar novos territórios, abrindo portas para novos habitantes.
Certamente é nesse ponto em particular — essa "sede por infinito" — que meu agradecimento pela acolhida tem gosto de retorno a um porto que eu desconhecia, mas que me aguardava havia muito tempo.
Somos da mesma espécie. E isso, em tempos de tantos desalentos, é colo e partilha, mas também é centelha e impulso.
Quero conhecer todos os autores e autoras desta casa e quero, sobretudo, seguir ao lado deles, como os Argonautas de outros tempos, descobrindo que novos impérios ainda existem por fundar.
Talvez uma das coisas que mais me emocionem nesta caminhada seja justamente perceber que a Casa IS deixou de ser apenas um projeto meu para se tornar um espaço habitado por muitas vozes, histórias, sensibilidades e imaginários diferentes.
Gostei especialmente da imagem dos Argonautas. Há algo de aventura coletiva nisso tudo. Ninguém sabe exatamente onde a travessia termina, mas seguimos navegando porque acreditamos que ainda existem territórios a descobrir, histórias a contar e comunidades a construir.
Fico muito feliz que você tenha encontrado um porto nesta casa. E mais feliz ainda por saber que agora você também ajuda a construí-la junto conosco.
Que texto potente e acolhedor! É inspirador ver a IS Editora resgatar o verdadeiro propósito do Substack: ser um refúgio contra a lógica fria e acelerada dos algoritmos, transformando a escrita e a leitura em atos coletivos. Essa origem fincada numa mesa de RPG explica perfeitamente essa capacidade de vocês de entender que histórias ganham vida quando são compartilhadas. Parabéns pela chegada das novas vozes e, principalmente, pela autocrítica honesta de abrir as portas para que mais mulheres, pessoas negras, LGBTI+ e periféricas ocupem essa sala. Uma comunidade literária viva só existe quando a diversidade de visões de mundo de fato faz morada nela. Parabéns pelo projeto, a travessia fica muito mais bonita quando caminhamos juntos!
Boa noite, Letícia! Obrigada imensamente pelo comentário e gentileza. Estamos tentando resgatar o que o próprio Substack nos ensinou quando entramos aqui. Talvez, talvez, estejamos no caminho… (certo?) E não podemos fechar os olhos para a (falta) de presença feminina. É uma preocupação séria e real. Obrigada mesmo pelo comentário acolhedor!
Fico imensamente feliz por fazer parte ❤️
Obrigado por estar com a gente!!
Nada como o poder de uma comunidade. Grata por fazer parte
Que bom que você está com a gente!!
Obrigada pelo acolhimento e pela oportunidade. Vocês são bacanas demais
Obrigado por estar com a gente fazendo a Casa IS melhor!
"E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que quero." — trecho de Passagem das Horas, escrito pelo heterônimo Álvaro de Campos, de Fernando Pessoa.
Sempre penso nessa frase quando conheço iniciativas como a IS Editora, que já estava dando certo, que poderia continuar investindo no leito do rio em que navegava e que já contava com um grupo ativo e engajado. Ainda assim, compreendeu que "queria e podia mais" e decidiu fundar novos territórios, abrindo portas para novos habitantes.
Certamente é nesse ponto em particular — essa "sede por infinito" — que meu agradecimento pela acolhida tem gosto de retorno a um porto que eu desconhecia, mas que me aguardava havia muito tempo.
Somos da mesma espécie. E isso, em tempos de tantos desalentos, é colo e partilha, mas também é centelha e impulso.
Quero conhecer todos os autores e autoras desta casa e quero, sobretudo, seguir ao lado deles, como os Argonautas de outros tempos, descobrindo que novos impérios ainda existem por fundar.
Paulo, que comentário bonito!
Talvez uma das coisas que mais me emocionem nesta caminhada seja justamente perceber que a Casa IS deixou de ser apenas um projeto meu para se tornar um espaço habitado por muitas vozes, histórias, sensibilidades e imaginários diferentes.
Gostei especialmente da imagem dos Argonautas. Há algo de aventura coletiva nisso tudo. Ninguém sabe exatamente onde a travessia termina, mas seguimos navegando porque acreditamos que ainda existem territórios a descobrir, histórias a contar e comunidades a construir.
Fico muito feliz que você tenha encontrado um porto nesta casa. E mais feliz ainda por saber que agora você também ajuda a construí-la junto conosco.
Seja muito bem-vindo à travessia.
Orgulho de fazer parte dessa comunidade! ❤️
Você é uma pessoa que estamos admirando cada dia mais!
Linda iniciativa. Parabéns!
Obrigada pelo gentil comentário, Fernando!!
Que texto potente e acolhedor! É inspirador ver a IS Editora resgatar o verdadeiro propósito do Substack: ser um refúgio contra a lógica fria e acelerada dos algoritmos, transformando a escrita e a leitura em atos coletivos. Essa origem fincada numa mesa de RPG explica perfeitamente essa capacidade de vocês de entender que histórias ganham vida quando são compartilhadas. Parabéns pela chegada das novas vozes e, principalmente, pela autocrítica honesta de abrir as portas para que mais mulheres, pessoas negras, LGBTI+ e periféricas ocupem essa sala. Uma comunidade literária viva só existe quando a diversidade de visões de mundo de fato faz morada nela. Parabéns pelo projeto, a travessia fica muito mais bonita quando caminhamos juntos!
Boa noite, Letícia! Obrigada imensamente pelo comentário e gentileza. Estamos tentando resgatar o que o próprio Substack nos ensinou quando entramos aqui. Talvez, talvez, estejamos no caminho… (certo?) E não podemos fechar os olhos para a (falta) de presença feminina. É uma preocupação séria e real. Obrigada mesmo pelo comentário acolhedor!