Discussão sobre este post

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Avatar de Carol Lazuli

Sinceramente, eu não entendo por que ainda tem gente que se incomoda tanto quando uma personagem feminina tem destaque. A Laufey é um ótimo exemplo de como uma mulher pode ser extremamente importante para a história sem precisar diminuir ninguém. O protagonismo feminino não estraga uma obra, nem tira o valor dos personagens masculinos. O que realmente estraga qualquer discussão é o machismo e a misoginia, que fazem algumas pessoas rejeitarem personagens só por serem mulheres. No fim das contas, o que importa é uma boa narrativa e personagens bem construídos, independentemente do gênero. Quanto mais diversidade de protagonistas e personagens marcantes, melhores e mais interessantes as histórias podem ser.

Eu estou acompanhando a narrativa de quem participou das mesas de RPG e eu vejo muito que embora o sistema ele tenha mudado, ele tenha sido adaptado e hoje em dia ele esteja encaminhando para o Pathfinder, nunca deixou de ser IS e eu acho isso extremamente importante.

As questões técnicas é algo que da pra resolver, de pra adaptar.

A história construída é algo que permaneceu, permanece e que ainda está sendo construída ao longo de 30 anos.

Cada vez fico ainda mais animada de participar!

Avatar de Leticia

Que estreia espetacular para o "Depois da Sessão"! A análise sobre God of War: Laufey foi cirúrgica: tratar franquias como peças de museu intocáveis é o que mata a criatividade. Histórias precisam se mover, e colocar a Laufey no centro expande o mito em vez de apagá-lo — o choro do fandom tóxico só prova que o estúdio acertou em arriscar. E que deleite ler o depoimento do Jonathan sobre os tempos de Orkut e a evolução dos seus personagens em Impérios Sagrados! A frase dele sobre não saber se foi ele quem deu vida ao personagem ou se o personagem deu vida a ele traduz perfeitamente o poder transformador do RPG. Essa newsletter já virou leitura obrigatória por aqui!

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