Entre a surpresa com God of War: Laufey, o cansaço com certos lançamentos do cinema e as memórias de Jonathan Drissis em Impérios Sagrados, esta edição fala sobre personagens, mudanças e legados.
Sinceramente, eu não entendo por que ainda tem gente que se incomoda tanto quando uma personagem feminina tem destaque. A Laufey é um ótimo exemplo de como uma mulher pode ser extremamente importante para a história sem precisar diminuir ninguém. O protagonismo feminino não estraga uma obra, nem tira o valor dos personagens masculinos. O que realmente estraga qualquer discussão é o machismo e a misoginia, que fazem algumas pessoas rejeitarem personagens só por serem mulheres. No fim das contas, o que importa é uma boa narrativa e personagens bem construídos, independentemente do gênero. Quanto mais diversidade de protagonistas e personagens marcantes, melhores e mais interessantes as histórias podem ser.
Eu estou acompanhando a narrativa de quem participou das mesas de RPG e eu vejo muito que embora o sistema ele tenha mudado, ele tenha sido adaptado e hoje em dia ele esteja encaminhando para o Pathfinder, nunca deixou de ser IS e eu acho isso extremamente importante.
As questões técnicas é algo que da pra resolver, de pra adaptar.
A história construída é algo que permaneceu, permanece e que ainda está sendo construída ao longo de 30 anos.
Que estreia espetacular para o "Depois da Sessão"! A análise sobre God of War: Laufey foi cirúrgica: tratar franquias como peças de museu intocáveis é o que mata a criatividade. Histórias precisam se mover, e colocar a Laufey no centro expande o mito em vez de apagá-lo — o choro do fandom tóxico só prova que o estúdio acertou em arriscar. E que deleite ler o depoimento do Jonathan sobre os tempos de Orkut e a evolução dos seus personagens em Impérios Sagrados! A frase dele sobre não saber se foi ele quem deu vida ao personagem ou se o personagem deu vida a ele traduz perfeitamente o poder transformador do RPG. Essa newsletter já virou leitura obrigatória por aqui!
Vergonha nada, o que importa é você estar aqui. E, falando nisso, vamos dar um retorno sobre o filme "Mestres do Universo" no "Só sei que foi assim" dessa semana.
Letícia, amei saber que será nossa leitora. As mesas e os personagens realmente nós transformaram e transformam até hoje e é muito legal se acompanhar. Seja bem vinda a nossa newsletter.❤️
Sinceramente, eu não entendo por que ainda tem gente que se incomoda tanto quando uma personagem feminina tem destaque. A Laufey é um ótimo exemplo de como uma mulher pode ser extremamente importante para a história sem precisar diminuir ninguém. O protagonismo feminino não estraga uma obra, nem tira o valor dos personagens masculinos. O que realmente estraga qualquer discussão é o machismo e a misoginia, que fazem algumas pessoas rejeitarem personagens só por serem mulheres. No fim das contas, o que importa é uma boa narrativa e personagens bem construídos, independentemente do gênero. Quanto mais diversidade de protagonistas e personagens marcantes, melhores e mais interessantes as histórias podem ser.
Eu estou acompanhando a narrativa de quem participou das mesas de RPG e eu vejo muito que embora o sistema ele tenha mudado, ele tenha sido adaptado e hoje em dia ele esteja encaminhando para o Pathfinder, nunca deixou de ser IS e eu acho isso extremamente importante.
As questões técnicas é algo que da pra resolver, de pra adaptar.
A história construída é algo que permaneceu, permanece e que ainda está sendo construída ao longo de 30 anos.
Cada vez fico ainda mais animada de participar!
Que estreia espetacular para o "Depois da Sessão"! A análise sobre God of War: Laufey foi cirúrgica: tratar franquias como peças de museu intocáveis é o que mata a criatividade. Histórias precisam se mover, e colocar a Laufey no centro expande o mito em vez de apagá-lo — o choro do fandom tóxico só prova que o estúdio acertou em arriscar. E que deleite ler o depoimento do Jonathan sobre os tempos de Orkut e a evolução dos seus personagens em Impérios Sagrados! A frase dele sobre não saber se foi ele quem deu vida ao personagem ou se o personagem deu vida a ele traduz perfeitamente o poder transformador do RPG. Essa newsletter já virou leitura obrigatória por aqui!
Acabei de achar o post 1 e perceber que esse é o segundo, não a estreia! Kkkk a opinião continua a mesma, tirando essa vergonha que passei.
Vergonha nada, o que importa é você estar aqui. E, falando nisso, vamos dar um retorno sobre o filme "Mestres do Universo" no "Só sei que foi assim" dessa semana.
Letícia, amei saber que será nossa leitora. As mesas e os personagens realmente nós transformaram e transformam até hoje e é muito legal se acompanhar. Seja bem vinda a nossa newsletter.❤️