E se a maior história de amor de uma Era fosse uma mentira? Trilogia: "A Ruína de uma Era"
A saga que nasceu em uma mesa de RPG e atravessou quase três décadas de imaginação coletiva. Antes de se tornar livro, esta história foi vivida por gerações durante quase 30 anos.
Algumas histórias começam com uma profecia. Outras com uma guerra. A Ruína de uma Era começa com uma dúvida.

Daiha Darzen’d, uma das mulheres mais sábias de seu tempo, afirma que tudo o que o mundo acredita saber sobre Andrius e Jheremy está errado. A história que atravessou gerações, que foi contada ao redor de fogueiras, em tavernas, palácios e templos, talvez não passe de uma ilusão. Talvez a lendária história de amor entre dois homens tenha servido apenas para esconder algo muito maior: o fim de uma Era inteira.
É a partir dessa pergunta que a trilogia convida leitoras e leitores a atravessarem um continente marcado por impérios, conspirações, guerras, deuses, criaturas antigas e personagens que carregam o peso de escolhas capazes de alterar o destino de milhões de pessoas.
No primeiro volume, O Abandono, acompanhamos Andrius e Jheremy quando a notícia do possível retorno de Dárius Zoldar começa a se espalhar pelo mundo. O que parece ser apenas mais uma missão rapidamente se transforma em algo muito maior. Em meio a investigações, segredos e ameaças crescentes, descobrimos não apenas heróis, mas também uma família. Maridos. Pais. Pessoas que amam, sofrem, erram e tentam proteger aquilo que construíram.
Em A Ascensão, o horizonte se amplia. Aquilo que parecia distante torna-se inevitável. Antigas alianças começam a ruir, novas ameaças surgem e o conflito deixa de pertencer apenas aos protagonistas. Imperadores, sacerdotes, generais e lendas vivas entram em cena. A cada capítulo, torna-se mais difícil distinguir verdade e manipulação, heroísmo e fanatismo, esperança e desespero.
Já em A Queda, chega o momento que toda grande saga teme encarar: o das consequências. Nenhuma escolha permanece sem resposta. Nenhum sacrifício deixa de cobrar seu preço. Quando os últimos véus são retirados, personagens e leitores precisam enfrentar uma pergunta simples e brutal: o que resta quando um mundo chega ao fim?
Mas talvez a maior singularidade de A Ruína de uma Era esteja em outro lugar. Esta não é apenas uma história escrita. Ela foi vivida.
Durante mais de vinte e cinco anos, personagens, cidades, impérios e acontecimentos foram sendo construídos coletivamente em mesas de jogo, cadernos, mapas, campanhas e narrativas compartilhadas por pessoas reais. A trilogia reúne parte dessa memória, transformando décadas de imaginação coletiva em literatura.
Ao abrir esses livros, você encontrará batalhas épicas, intrigas políticas, criaturas fantásticas e conflitos entre deuses e mortais. Mas encontrará também algo mais raro: personagens que permanecem conosco muito depois da última página. A Ruína de uma Era nunca foi apenas sobre a queda de impérios. É sobre aquilo que as pessoas escolhem amar quando tudo o mais está desmoronando. E é exatamente por isso que tantas pessoas ainda retornam a essa história.
A trilogia A Ruína de uma Era nasceu muito antes de se tornar uma coleção de livros. Sua origem está nas primeiras mesas de RPG de Impérios Sagrados, iniciadas em 1997, quando um grupo de adolescentes do interior do Rio Grande do Sul começou a construir coletivamente um mundo chamado Asdem. Ao longo de quase três décadas, personagens, impérios, guerras, amizades, amores e tragédias foram sendo criados, vividos e transformados por dezenas de pessoas que passaram pelas mesas de jogo da IS. O que leitoras e leitores encontram nas páginas de O Abandono, A Ascensão e A Queda é o resultado de uma narrativa que atravessou cidades, mudanças, gerações de jogadores e milhares de horas de imaginação compartilhada.
Andrius, Jheremy, James Relsin’d II, Kryph Scout II e tantos outros personagens não nasceram diretamente da literatura. Eles viveram primeiro nas campanhas de RPG que ajudaram a construir o Universo Impérios Sagrados. Por isso, a trilogia carrega algo raro: a sensação de estar diante de uma história que cresceu junto com as pessoas que a contaram. Quando acompanhamos a ameaça do retorno de Dárius Zoldar, a ascensão dos conflitos que colocam impérios em risco e a queda que encerra uma Era inteira, estamos também acompanhando quase 30 anos de criação coletiva transformados em literatura.
Cada página carrega um pouco da memória, dos sonhos e da imaginação de quem ajudou a construir esse mundo desde o início. Escrito a quatro mãos: Caroline Pinheiro, Vinícius Krauspenhar, Yuri Nalin e Cristian Abreu de Quevedo.
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Cartas e travessias da Casa IS #03 — Há quase 30 anos contando uma grande história!
Em abril de 2027, a Impérios Sagrados completa 30 anos. E, ao longo deste texto, você compreenderá melhor por que existe uma diferença entre a IS Editora e o RPG Impérios Sagrados, mesmo que ambos compartilhem a mesma raiz.






