A saga que nasceu em uma mesa de RPG e atravessou quase três décadas de imaginação coletiva. Antes de se tornar livro, esta história foi vivida por gerações durante quase 30 anos.
Que projeto monumental e emocionante! Ver uma história que foi testada, vivida e construída coletivamente por quase três décadas em mesas de RPG nascer como literatura de alta qualidade é de arrepiar. Essa provocação de Daiha Darzen’d sobre a lendária história de amor de Andrius e Jheremy ser uma ilusão para encobrir o fim de uma Era é um gancho dramático genial. Parabéns à IS Editora e aos autores por honrarem 30 anos de memórias, dados rolados e imaginação compartilhada. Já quero a trilogia na estante!
Muito obrigada pelo carinho e pela leitura tão atenta! Acho que uma das maiores alegrias de transformar o Universo IS em literatura é justamente perceber que aquelas histórias que começaram entre amigos, dados, fichas de personagens e muitas madrugadas de RPG conseguem tocar outras pessoas mesmo fora da mesa de jogo. Isso nos mostra que, no fundo, sempre estivemos contando histórias sobre pessoas, afetos, escolhas e consequências. E você captou perfeitamente a provocação de Daiha Darzen’d. Em um universo marcado por guerras, deuses, impérios e disputas de poder, talvez a pergunta mais perigosa não seja quem venceu uma batalha, mas quem escreveu a versão da história que sobreviveu ao tempo. E se a lendária história de amor de Andrius e Jheremy não for exatamente aquilo que acreditamos? E se o fim de uma Era tiver sido encoberto por uma narrativa mais confortável? rsrsrsr
Que projeto monumental e emocionante! Ver uma história que foi testada, vivida e construída coletivamente por quase três décadas em mesas de RPG nascer como literatura de alta qualidade é de arrepiar. Essa provocação de Daiha Darzen’d sobre a lendária história de amor de Andrius e Jheremy ser uma ilusão para encobrir o fim de uma Era é um gancho dramático genial. Parabéns à IS Editora e aos autores por honrarem 30 anos de memórias, dados rolados e imaginação compartilhada. Já quero a trilogia na estante!
Muito obrigada pelo carinho e pela leitura tão atenta! Acho que uma das maiores alegrias de transformar o Universo IS em literatura é justamente perceber que aquelas histórias que começaram entre amigos, dados, fichas de personagens e muitas madrugadas de RPG conseguem tocar outras pessoas mesmo fora da mesa de jogo. Isso nos mostra que, no fundo, sempre estivemos contando histórias sobre pessoas, afetos, escolhas e consequências. E você captou perfeitamente a provocação de Daiha Darzen’d. Em um universo marcado por guerras, deuses, impérios e disputas de poder, talvez a pergunta mais perigosa não seja quem venceu uma batalha, mas quem escreveu a versão da história que sobreviveu ao tempo. E se a lendária história de amor de Andrius e Jheremy não for exatamente aquilo que acreditamos? E se o fim de uma Era tiver sido encoberto por uma narrativa mais confortável? rsrsrsr