Que texto forte, visceral e profundamente sensível! A maneira como você costura a memória bruta das vivências no posto do Jacaré - os códigos de sobrevivência, a infância inventada no lixão, a violência e a política do silêncio - com a delicadeza transformadora de Drummond é de uma potência poética gigante. A escolha de A Flor e a Náusea encaixa com uma precisão cirúrgica na sua narrativa: no meio do caos, das ruínas e das cicatrizes da periferia, a poesia surge como esse "sucedâneo da estrela", essa urgência de continuar. Uma crônica linda, que honra as memórias de quem veio de lá e mostra a força de quem transforma a própria história em arte!
É extremamente difícil classificar a sua escrita entre fantástica e sublime... Que pancada!
Que texto forte, visceral e profundamente sensível! A maneira como você costura a memória bruta das vivências no posto do Jacaré - os códigos de sobrevivência, a infância inventada no lixão, a violência e a política do silêncio - com a delicadeza transformadora de Drummond é de uma potência poética gigante. A escolha de A Flor e a Náusea encaixa com uma precisão cirúrgica na sua narrativa: no meio do caos, das ruínas e das cicatrizes da periferia, a poesia surge como esse "sucedâneo da estrela", essa urgência de continuar. Uma crônica linda, que honra as memórias de quem veio de lá e mostra a força de quem transforma a própria história em arte!