E a vergonha, a tragédia, o absurdo do que aconteceu nessas eleições, com a maioria esmagadora da extrema direita vencendo, só podem se resumir a duas perguntas: o que você está fazendo de concreto para combater o fascismo? E será que eu fiquei tão frouxo na vida que tenho medo de me posicionar de forma radical, sendo que radical, aqui, é lutar contra o preconceito, as fake news e a mentira?
Como muito bem disse Marcia Tiburi: “É exatamente assim que funciona o fascismo. Mobilizam os piores afetos. Convencem pessoas ressentidas a expressar seu ódio de modo fanático. Nada nos surpreende.”
E, sinceramente, acho que é esse o ponto. Eu preciso revisitar o que estou fazendo e me perguntar: o quanto posso intensificar a minha postura de forma mais combativa? Preciso ser menos frouxo. Parece que eu arrefeci. Preciso contar meus amigos e amigas.
Poucas vezes eu me senti com tanto medo na minha vida, um pânico que aperta o meu coração e gela a minha alma. É difícil acreditar na disparidade da realidade percebida, que a morte de 700 mil pessoas não é suficiente para acordar as pessoas e que, assim como o meu colega disse, o que eu estou fazendo? O que eu posso fazer agora para lutar contra isso? Como eu tenho que mudar para combater isso?
É difícil encontrar mais palavras e é ainda mais difícil não conter a raiva crescente com as pessoas que eu conheço que votaram na extrema-direita, com a lavagem do antipetismo e com os mais de 30 milhões de abstenções, que devem estar morando na lua para largar não só a presidência, mas o Senado e os governos estaduais na mão daqueles que ameaçam os nossos direitos. Mas o que mais precisamos fazer agora: mover céus, mares e montanhas para que os ausentes acordem e nos ajudem a lutar contra essa catástrofe.
O comodismo e o ódio alcançou as pessoas e isso é um fato.
Aqueles que escolheram esses representantes da extrema direita eu sua maior parte não sabem nem mesmo 1% das propostas desses candidatos. A única justificativa dessas pessoa é: Temos que tirar o PT.
Se houvesse uma conversa sincera em que a condição fosse "me fale suas motivações para eleger tais políticos sem que envolva o PT" eu GARANTO que metade iria gaguejar, iria se perder e tentar puxar o assunto novamente para o ódio ao partido e se ainda continuasse insistindo, me chamariam de Petista e o cacete a quatro.
E quando essas mesmas pessoas começarem a reclamar desses políticos que eles mesmos colocaram pra representar a eles, eu não vou mais ser branda. Vai escutar sim e vai escutar muito. Vou ser o incomodo, vou ser aquela pedra no sapato pra lembrar que essa culpa eu não levo porque minha parte eu fiz e se tantas outras pessoas também tivessem feito sua parte que era estudar, conhecer os candidatos, de saber reconhecer fake news e deixado o ódio de lado, não estaríamos numa situação como essa.
O que devemos fazer?
Continuar lutando, continuar o que nos foi ensinado e em não baixar a cabeça.
O sentimento de decepção é amargo, eu sei. Só que não podemos deixar que isso nos domine e nos faça desanimar. Ao contrário, usemos essa insatisfação, esse sentimento de medo, usemos isso pra continuar nossa luta. Pode parecer fácil falando, escrevendo, mas é a verdade do que devemos fazer, do que devemos continuar fazendo e do que sempre faremos.
E finalizo meu comentário com a citação de uma musica do Michael Jackson.
E a vergonha, a tragédia, o absurdo do que aconteceu nessas eleições, com a maioria esmagadora da extrema direita vencendo, só podem se resumir a duas perguntas: o que você está fazendo de concreto para combater o fascismo? E será que eu fiquei tão frouxo na vida que tenho medo de me posicionar de forma radical, sendo que radical, aqui, é lutar contra o preconceito, as fake news e a mentira?
Como muito bem disse Marcia Tiburi: “É exatamente assim que funciona o fascismo. Mobilizam os piores afetos. Convencem pessoas ressentidas a expressar seu ódio de modo fanático. Nada nos surpreende.”
E, sinceramente, acho que é esse o ponto. Eu preciso revisitar o que estou fazendo e me perguntar: o quanto posso intensificar a minha postura de forma mais combativa? Preciso ser menos frouxo. Parece que eu arrefeci. Preciso contar meus amigos e amigas.
Vamos falar e mobilizar o máximo de pessoas que pudermos!
Poucas vezes eu me senti com tanto medo na minha vida, um pânico que aperta o meu coração e gela a minha alma. É difícil acreditar na disparidade da realidade percebida, que a morte de 700 mil pessoas não é suficiente para acordar as pessoas e que, assim como o meu colega disse, o que eu estou fazendo? O que eu posso fazer agora para lutar contra isso? Como eu tenho que mudar para combater isso?
É difícil encontrar mais palavras e é ainda mais difícil não conter a raiva crescente com as pessoas que eu conheço que votaram na extrema-direita, com a lavagem do antipetismo e com os mais de 30 milhões de abstenções, que devem estar morando na lua para largar não só a presidência, mas o Senado e os governos estaduais na mão daqueles que ameaçam os nossos direitos. Mas o que mais precisamos fazer agora: mover céus, mares e montanhas para que os ausentes acordem e nos ajudem a lutar contra essa catástrofe.
Se Hitler estivesse vivo hoje, ele teria ido para o segundo turno. Isso é assustador.
O comodismo e o ódio alcançou as pessoas e isso é um fato.
Aqueles que escolheram esses representantes da extrema direita eu sua maior parte não sabem nem mesmo 1% das propostas desses candidatos. A única justificativa dessas pessoa é: Temos que tirar o PT.
Se houvesse uma conversa sincera em que a condição fosse "me fale suas motivações para eleger tais políticos sem que envolva o PT" eu GARANTO que metade iria gaguejar, iria se perder e tentar puxar o assunto novamente para o ódio ao partido e se ainda continuasse insistindo, me chamariam de Petista e o cacete a quatro.
E quando essas mesmas pessoas começarem a reclamar desses políticos que eles mesmos colocaram pra representar a eles, eu não vou mais ser branda. Vai escutar sim e vai escutar muito. Vou ser o incomodo, vou ser aquela pedra no sapato pra lembrar que essa culpa eu não levo porque minha parte eu fiz e se tantas outras pessoas também tivessem feito sua parte que era estudar, conhecer os candidatos, de saber reconhecer fake news e deixado o ódio de lado, não estaríamos numa situação como essa.
O que devemos fazer?
Continuar lutando, continuar o que nos foi ensinado e em não baixar a cabeça.
O sentimento de decepção é amargo, eu sei. Só que não podemos deixar que isso nos domine e nos faça desanimar. Ao contrário, usemos essa insatisfação, esse sentimento de medo, usemos isso pra continuar nossa luta. Pode parecer fácil falando, escrevendo, mas é a verdade do que devemos fazer, do que devemos continuar fazendo e do que sempre faremos.
E finalizo meu comentário com a citação de uma musica do Michael Jackson.
"All I wanna say is that
They don't really care about us"
"tudo o que eu quero dizer
É que eles não ligam pra gente. "
Vamos virar! Vamos lutar! Mais votos pela democracia!