Depois de dias observando rotas, horários e movimentos inimigos, chegou a hora de agir. Em Urtrinitot, Briar, Guntar e Caedriel precisam transformar tudo o que aprenderam em uma oportunidade real contra os Duldron. O plano depende de documentos falsos, informações roubadas e de uma infiltração em que um único erro pode comprometer muito mais do que aqueles que estão dentro da cidade.
Para Caedriel, isso significa entrar onde os demais não podem acompanhá-la. Para Briar e Guntar, significa confiar que as peças estarão no lugar certo quando chegar a hora de fazer aquilo que sabem fazer melhor. Mas há algo mais entre aquelas ruas. Briar e Caedriel compartilham uma história que antecede aquela missão, e velhos nomes começam a reaparecer justamente quando os dois precisam voltar a lutar lado a lado.
Muito distante dali, Nefesh descobre que os Reinos Infernais não se parecem em nada com uma batalha que possa ser planejada sobre mapas. Encontrar Ferdinand é apenas parte do problema. Há coisas naquele lugar diante das quais milhares de soldados podem significar muito pouco — e, quando a verdadeira natureza daquela ameaça finalmente se revela, até um Sumo Sacerdote precisa descobrir quanto está disposto a arriscar para trazer os seus de volta.
A guerra contra Kalien continua, mas nem todas as batalhas daquela noite pertencem a ele. Entre uma cidade que precisa ser libertada e um inferno que se recusa a permanecer fechado, os planos da Aliança finalmente encontram algo que nenhuma estratégia consegue prever: o primeiro contato com o inimigo.
E algumas lições só precisam ser aprendidas uma vez.










