Na sessão desta semana, a campanha mergulha em um dos momentos mais simbólicos desde o início da Aliança Maldita: o céu se abriu — e não em bênção.
Sob os três sóis de Rannab, enquanto decisões políticas eram tomadas em aposentos abafados e tratados eram relidos com desconfiança, o impensável aconteceu. Criaturas aladas, com traços que misturam celestes e elfos, desceram sobre a capital como um presságio de ruptura. Não foi uma investida isolada. Foi um enxame. Organizado. Direcionado.
E, talvez, intencional.
A pergunta que paira não é apenas “quem ataca?”, mas “quem traiu?”.
VESPER / AURELUS
Enquanto a cidade fervia sob o calor e sob os gritos, Vesper encontrava-se em seus aposentos, cercado por documentos que poderiam moldar os próximos séculos. Entre tratados, decisões senatoriais e alianças frágeis, ele fazia aquilo que melhor sabe fazer: observar, calcular, esperar.
Mas o burburinho cresceu.
O político tornou-se novamente o outro eu.
Capuz ajustado. Máscara vestida. Besta em mãos.
Da sacada elevada, Vesper testemunhou o início da invasão. E decidiu agir.
DARKASSAN
No pátio do palácio, Darkassan não hesitou.
Diante da primeira criatura alada, não houve negociação, não houve diplomacia, não houve dúvida. Houve aço. O golpe foi direto, preciso, devastador. Sangue verde tocou o chão de Rannab.
Se eram celestes, algo estava profundamente errado.
Se eram aliados de Kalien, algo estava quebrado.
E Darkassan não luta com hipóteses. Ele luta com lâmina.
NEFESH
Para Nefesh, o ataque tinha implicações que iam além do campo de batalha. Se aquelas criaturas eram celestes, e os sinais indicavam que eram, então o acordo firmado com Kalien estava comprometido. A Aliança Maldita começava a revelar suas rachaduras.
A Lança Divina foi conjurada.
A fé não vacilou.
Mas a suspeita se instalou.
E quando a fé encontra a traição, o julgamento se torna inevitável. E a Noite se conto-se e faz o impensável: profanar aquilo que é mais sagrado…
O VÉU RASGADO
Em paralelo ao ataque físico, outra ruptura se manifestou. Um véu entre mundos que pareceu rasgar-se abruptamente. Referências antigas a um conflito contra Kalien deixadas há milênios. Ou alguém adulterou o passado ou alguém sabia. O Plano das Sombras volta a ser mencionado. E aquilo que parecia distante começa a se aproximar.
A CAPITAL SOB ATAQUE
As tropas reagiram. Soldados, sacerdotes e imperadores assumiram posições. Mas a escala do ataque revela algo maior do que uma simples investida. Não é uma provocação. É um movimento.
A Era dos Duldrons não avança apenas pela força das espadas, ela avança pela tensão entre fé, poder, memória e destino. E Rannab, sob três sóis, tornou-se o palco dessa nova inflexão.
A guerra não começou hoje, mas algo mudou…
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Até a daqui uns dias, pessoal!
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