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Hartari, Duldron e os bastidores da adaptação de Impérios Sagrados para Pathfinder 2e

Das mesas ao Foundry: construindo Hartari e Duldron

A adaptação de Impérios Sagrados para Pathfinder 2e dentro do Foundry segue avançando, e o vídeo desta publicação abre uma pequena janela para esse processo.

Nele, mostramos a criação de ficha de duas das classes mais importantes dessa proposta: o Hartari e o Duldron. As duas ainda estão em construção, e isso é importante deixar claro desde o início. Este não é um material finalizado, mas sim um recorte honesto do desenvolvimento em andamento. O primeiro nível já está implementado e funcional, enquanto os níveis seguintes serão adicionados nas próximas etapas do trabalho.

Mais do que ensinar a montar uma ficha, queremos a lógica por trás dessas classes. Tanto Hartari quanto Duldron foram pensados como classes marciais e místicas: personagens voltados ao combate físico, mas que também canalizam a Força, um poder que, dentro do cenário, não se encaixa nas tradições mágicas usuais. Para que isso pudesse existir dentro do sistema, foi necessário adaptar essa energia para a lógica das magias de foco no Pathfinder 2e, o que já revela um pouco da direção que estamos tomando na tradução do cenário para as regras.

Através desse vídeo, gostaríamos de mostrar algo que considero especialmente importante nesse tipo de projeto: adaptação não é apenas escrever conceito, mas transformar identidade narrativa em ferramenta jogável. Isso passa por subclasses, ações, auras, recuperação de foco, domínios e progressão. No caso dessas duas classes, já é possível enxergar bem a diferença de proposta entre elas. O Hartari segue uma linha mais voltada à harmonia, apoio e controle refinado do campo de batalha, enquanto o Duldron assume uma postura mais agressiva, opressiva e ofensiva.

Outro ponto relevante é a estrutura dos domínios da Força. As habilidades estão organizadas em quatro frentes, e no estágio atual o primeiro domínio disponível é aquele que já está sendo usado como base de construção das fichas. Os demais ainda serão adicionados conforme o avanço da adaptação. Esse processo gradual é parte natural de um projeto como esse: primeiro consolidar a espinha dorsal, depois expandir com segurança.

Também mostramos no vídeo algumas limitações temporárias da implementação atual. Certos recursos ainda não estão sendo puxados automaticamente pelo sistema, exigindo inserções manuais na ficha. Longe de ser um problema para esconder, isso também faz parte do registro do desenvolvimento. Mostrar o processo como ele realmente é permite que vocês acompanhem não só o resultado final, mas a construção dele passo a passo.

A intenção é que, quando a adaptação estiver pronta, esse material possa ser disponibilizado para quem quiser baixar e jogar. Até lá, seguimos compartilhando avanços nas mesas, nos vídeos e aqui no Substack, onde o cenário continua crescendo não só como narrativa, mas também como sistema vivo.

Se você acompanha Impérios Sagrados há algum tempo, este vídeo é uma amostra de algo maior: o momento em que um universo deixa de existir apenas no imaginário e passa a ganhar forma jogável, mecânica e concreta.

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